Eu te desculpei.
Mesmo sem querer. Eu desculpei.
Faz o quê? Um mês!? E eu já desculpei, eu falei com você como um ser superior e isso me fez mal, então eu desci do meu trono e te esperei, sabia que voltaria, e você voltou, mas não pra me amar, voltou pra dizer que eu sou importante mesmo no meio dessa bagunça, eu sou importante, mas não deveria ser. Eu deveria sumir da sua vida por completo, foi o que eu tentei fazer! Tentei, em um último ato desesperado, sumir para que você pudesse ser feliz com ela, a outra, que já estava ai desde o princípio, de quem eu te roubei, espero mesmo que tenha sido um ato válido.
Eu me doei para outra pessoa também, mas ela não era nem parecida com você e me repreendia por coisas que você gostava, me repreendia por eu ser apenas eu, então terminei com isso também.
Ontem, eu te desculpei, mas foi só por que você pediu.
Não havia motivo para desculpar, você me salvou inúmeras vezes, você me fez querer ser mais e maior e você estava lá e acredito que seu eu corresse para você hoje, agora, você estaria lá também. Eu nunca te vi mas te conheço. Te reconheço nas minhas coisas, imagino seu cheiro e uma amizade verdadeira surgindo dos destroços de um relacionamento falho. Eu não posso ficar com ninguém, Janaina disse que eu sempre amo demais a outra pessoa e essa pessoa costuma ver um ser superior e sábio em mim, e que é por isso que eu nunca dou certo com ninguém.
Queria saber fazer isso parar.
Tenho que encontrar alguém que seja mais sabida que eu. (o que não é difícil, o complicado é fazer ela gostar de mim)
Eu te desculpei e te desculpo já por qualquer outra coisa que possa acontecer, não sei se é essa vontade que eu tenho de amar, mas acho que nossa história ainda não acabou.
Quero fazer um acordo contigo: a gente vive nossas vidas e segue em frente, mas não se esquece. Nunca. A gente se coloca de molho num canto da vida e de vez em quando volta pra checar se está tudo bem. E ai, topa?
Eu anda sou a Lady 22 e sei que você me ama, pode não ser do jeito que uma mulher ama a outra, mas é amor e amor pode ser suficiente.
24/07/2013
10/07/2013
Quem vai comprar o meu barulho?
Certos filmes mexem comigo mais do que o normal, tipo The perks of being a wallflower ou Garota, interrompida e eu sei que isso é normal visto que são filmes feitos para isso, porém eles ficam comigo por tempo demais. Eu sinto a dor de cada um deles e isso acaba comigo, deve ser minha 'empatia aguda' que a Rose fala tanto, quer dizer, eu consigo me colocar a frente de outras pessoas quando tenho que fazer alguma decisão, mas na maiorparte do tempo minhas decisões são baseadas em alguém.
1 - Minha irmã precisa de um lugar pra morar: Vou sair de casa e dividir algum lugar com ela.
2 - Minha mãe está cansada de andar de um aldo pro outro: Vou gastar minhas economias e tirar carta.
3 - Minha irmã não tem dignidade para arrumar um emprego: Vou pagar coisas pros filhos dela e pra ela.
Eu sei que esses exemplos são babacas, mas são coisas do dia a dia que me minimizam de uma forma que eu não compreendo.
Meu coração já veio partido e por isso tenho a tendência de ficar feliz demais quando arrumo alguém (estou aprendendo a não me apaixonar na primeira conversa, tudo que eu quero é poder dividir a vida com alguém. De verdade. Fazer aquela coisa de casar, brigar, separar, voltar, querer filhos, ter cachorros, brigar, brigar com os filhos, querer viajar, separar, levar café na cama, voltar, viajar com os filhos, brigar, viajar sem os filhos, brigar; eu gosto dessa rotina, do frio na barriga a cada briga, a cada beijo, eu gosto da paixão que queima forte e do amor que vem aos poucos e estralhaça.
E eu me perco nas palavras. A Clarice não sabe quem vai comprar aquele CD sobre uma pessoa só e eu não sei quem vai ler esses textos que são só sobre amor.
1 - Minha irmã precisa de um lugar pra morar: Vou sair de casa e dividir algum lugar com ela.
2 - Minha mãe está cansada de andar de um aldo pro outro: Vou gastar minhas economias e tirar carta.
3 - Minha irmã não tem dignidade para arrumar um emprego: Vou pagar coisas pros filhos dela e pra ela.
Eu sei que esses exemplos são babacas, mas são coisas do dia a dia que me minimizam de uma forma que eu não compreendo.
Meu coração já veio partido e por isso tenho a tendência de ficar feliz demais quando arrumo alguém (estou aprendendo a não me apaixonar na primeira conversa, tudo que eu quero é poder dividir a vida com alguém. De verdade. Fazer aquela coisa de casar, brigar, separar, voltar, querer filhos, ter cachorros, brigar, brigar com os filhos, querer viajar, separar, levar café na cama, voltar, viajar com os filhos, brigar, viajar sem os filhos, brigar; eu gosto dessa rotina, do frio na barriga a cada briga, a cada beijo, eu gosto da paixão que queima forte e do amor que vem aos poucos e estralhaça.
E eu me perco nas palavras. A Clarice não sabe quem vai comprar aquele CD sobre uma pessoa só e eu não sei quem vai ler esses textos que são só sobre amor.
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